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sexta-feira, 29 de maio de 2009

Acessando a Internet com um modem da década de 60

Achei este vídeo bastante curioso, onde é utilizado um modem acustivo de 1964 acessando a internet atual. Apesar de estar em inglês vale a pena assistir.


No vídeo primeiro ele demonstra o modem, construindo dentro de uma curiosa caixa de madeira. Na sequencia ele mostra como é feito a conexão, sendo que discagem é feita diretamente no aparelho de telefone (também da decada de 60).
Por fim ele acessa um terminal Linux e executa o browser de texto lynx carregando a página do wikipedia.
Caso você não conheça o navegador lynx, clique aqui ou aqui.

Abaixo um exemplo da tela do lynx.
Abraços e até a próxima.

quinta-feira, 16 de abril de 2009

Você conhece o twitter?

Recentemente foi tema da revista Época o serviço de MicroBlog chamado Twitter. Encontrei este vídeo que retrata o funcionamento do serviço.

Em breve estarei falando mais sobre o twitter, uma ferramenta interessante e que pode ser utilizada na comunicação do seu projeto.
Enquanto isso espero você no meu twitter.
Abraços e até a próxima

domingo, 29 de março de 2009

MPS.BR - Melhoria de Processo do Software Brasileiro

Estive esta semana em São Paulo para o curso de Introdução ao MPS.BR ministrado na Fundação Vanzolini. Apesar de trabalhar em uma empresa que já possui avaliação MPS.BR nível G e estarmos nos preparando para a avaliação do nível F, este curso foi necessário para eu pudesse atuar como avaliar interno.

Vou aproveitar para falar um pouco do MPS.BR. O MPS.BR ou Melhoria de Processo do Software Brasileiro é simultaneamente um movimento para a melhoria e um modelo de qualidade de processo voltada para a realidade do mercado de pequenas e médias empresas de desenvolvimento de software no Brasil.

Baseado no CMMI e nas normas ISO/IEC 12.2007 e ISO/IEC 15.504 e apoiado pelo Ministério da Ciência e Tecnologia, FINEP e do Banco Internacional de Desenvolvimento (BID) e sendo desenvolvido pela SOFTEX.

É dividido em 7 níveis, facilitando sua implementação em pequenas e média empresas, conforme pode ser visto na figura abaixo:


O modelo proposto pelo MPS.BR possui suas equivalências com o CMMI, sendo que a empresa pode pedir avaliação para ambos os modelos, porém até o momento não é possível pedir equivalência.

Nos próximos artigos desta série estarei abordando mais sobre os níveis do MPS.BR e o processo de avaliação.

Até a próxima.

quarta-feira, 7 de janeiro de 2009

Virtualização de Documentos

A primeira vez que tive contato com o termo GED – Gerenciador Eletrônico de Documentos (maiores informações aqui) foi por volta do ano 2000 em algumas revistas especializadas da época. Se formos recordar os equipamentos que tínhamos naquela época, vamos nos deparar com o seguinte cenário: Computadores pessoais ainda com preço elevado e alto custo de armazenamento (disco rígido), tornando assim inviável sua utilização nas empresas.

Com as facilidade de aquisição das máquinas (computadores, scanners entre outros) e o aumento da capacidade de processamento, juntamente com diminuição do custo de armazenamento (Mb/R$) possibilitou o crescimento deste segmento de software no mercado brasileiro. Atualmente possuem diversas soluções para os diferentes segmentos do mercado.

A virtualização de documentos pode ser utilizada, por exemplo, para:

  • Arquivar os documentos dos funcionários da empresa

  • Arquivar os documentos de um escritório de contabilidade

  • Processos judiciais de um Tribunal

  • Processos Administrativos

  • Solicitações internas

  • Notas de reuniões ou projetos

  • entre muitos outros

Após a virtualização dos documentos, começam a aparecer as vantagens, como:

  • Facilidade de busca dos documentos, incluindo busca dentro do conteúdo do arquivo

  • Redução do espaço físico para armazenamento dos documentos não virtuais

  • Qualidade para as pessoas que manipulam os documentos (redução de poeira e doenças)

  • Redução do risco de perda do documento

  • O documento não se deteriora com o tempo (principalmente extratos bancários e fax)

  • e não para por ai.

Os Juizados Especiais da Justiça Federal da 5ª Região possui todo o tramite dos processos virtualizados no Sistema Creta. A justiça Federal realizou o seguinte estudo sobre os processos virtuais (estou apresentando os dados referente apenas aos documentos, não fazendo referencia ao tramite virtual).


Quantidade de Processos

600000

Quantidade de Documentos

9,7 milhões

Tamanho da Base

1,8Tb

Economia em Papel

R$ 8,4 milhões (360 toneladas de papel)

Ao virtualizar os documentos, devemos tomar cuidado com a nossa infra estrutura para armazenamento e manutenção das informações. Veja abaixo alguns cuidados:

  • Backup – Sei que você já deve estar cansado de escutar esta palavra. Então elabore um procedimento de backup periódico para garantir que suas informações não fiquem muito tempo desprotegido. Um ponto de falha do backup normalmente é falha na mídia, então faça testes recuperando as informações em outra máquina para garantir que funcionou. Guarde seu backup em local seguro (cofre a prova de fogo) ou até mesmo fora da empresa.

  • Segurança da Máquina – Proteja sua máquina e rede dos famosos e indesejáveis vírus, que pode comprometer todas as suas informações. O ideal é que os documentos fiquem em um servidor isolado e em local seguro. Também recomendo o uso de um no-break para evitar problemas com a rede elétrica.

  • Segurança Física – Não adianta fazer backup, proteger a máquina se ela fica em um local de fácil acesso na empresa. Procure um lugar mais protegido, porém sem prejudicar a ventilação necessária da máquina, afinal não queremos que durante um sinistro sua máquina contendo todas as suas preciosas informações seja levada pelo sócio.

Espero que tenha gostado e até a próxima.

domingo, 4 de janeiro de 2009

Computação nas nuvens

Durante o ano de 2008 comecei a utilizar as ferramentas on-line entrando assim para o mundo da computação nas nuvens. Neste artigo não pretendo abordar sobre os conceitos, que podem ser encontrados aqui.

Com o início dos artigos deste blog e outras idéias que nasceram para o ano de 2009, acabei pesquisando por ferramentas para auxiliar nestas atividades. Nas andanças pela Net acabei me deparando com os seguintes aplicativos que fazem parte da chamado computação nas nuvens:

  • Google Doc – Ótima suite para edição de texto, planilha de calculo, apresentação power point entre outros. Permite compartilhar arquivos com outros usuário, seja para edição mutua do documento ou simplesmente transformar em uma página da WEB para acesso público.

  • Google Reader – Sempre gostei de assinar feeds. Antes utilizava o thunderbird para esta função até descobrir esta aplicação onde me permite acompanhar tanto no computador (seja o meu ou de outra pessoa) bem como na minha inseparável Palm.

  • Google Books – Um ótimo mecanismos de busca para livros. É possível visualizar o conteúdo. Algumas obras estão completas e outros apenas alguns capítulos. Não é possível imprimir as páginas dos livros.

  • Gmail – Aderi a algum tempo para uso de meu e-mail particular e penso em adicionar o meu profissional também agora em 2009. Possui uma versão mobile deste aplicativo, permitindo assim o acesso via celular ou palm.

  • Google Calendar – Tenho utilizado juntamente com o Calendário da Palm, fazendo o sincronismo utilizando o Google Sync. Além de permitir visualizar meus compromissos independente do computador que utilizo, posso compartilhar com colegas de trabalho minha agenda, receber os alarmes por SMS. Possui também um calendário dos feriados brasileiros.

  • 4Shared – Pretendo disponibilizar alguns arquivos, seja público ou privado, na net de forma que posso acessar a qualquer momento ou compartilhar com outros usuário. Este serviço é um Disco Virtual que permite o armazenamento gratuito de até 5GB.

Como utilizo a Palm para as atividades diárias, estas ferramentas possuem uma versão mobile, apesar de possuir algumas restrições, que permite manipular suas informações com facilidade e também com a popularização dos netbooks deve ficar cada vez mais comum sua utilização.

Antes de iniciar a utilizar estes serviços é importante verificar a empresa responsável pelo aplicativos e pelas informações, bem como buscar informações sobre a politica de privacidade adotadas, pois suas informações ficam guardadas em servidores espalhados pelo mundo, no caso do Google por exemplo.

É possível para as pequenas e médias empresas alugarem espaços em Data Center para armazenar seus dados, diminuindo assim os custos com hardware. Também pode ser contrato serviço de aplicativos para as empresas, como é o caso do Gmail que customiza seus serviços para as empresas.

Neste artigo procurei abordar um pouco do mundo da computação nas nuvens.

Espero que tenha gostado e até a próxima.

quinta-feira, 9 de outubro de 2008

WebIntegrator - Trabalhando com páginas

No último artigo do curso de WebIntegrator vimos como criar uma página. Neste artigo iremos nos aprofundar nas propriedades.

Da esquerda para a direita temos as seguintes opções:

  • Nova página: Como o próprio nome já diz, permite criar uma nova página no projeto
  • Definição: Mostra a página contendo as informações da página. Veja o artigo anterior para maiores informações.
  • Pré-Página: Utilizada para criar a regra de negócio ao ser carregado a página.
  • Pós-Página: Utilizada para criar a regra de negócio ao ser feito submissão da página para ela mesma.
  • Assistente: Chama um wiazrd para a criação das páginas usando componentes e templates. Este recurso permite uma produtividade muito alta quando estamos desenvolvendo uma aplicação. Porém se não souber usar de forma correta não vai fazer nenhum milagre.
  • Visualizar: Carreta a página no navegador. Lembrando que para funcionar é preciso estar sem segurança ativa e Acessar sem login.
  • HTML: Para os desenvolvedores mais experientes, podem utilizar este recurso. Será mostrado uma janela com o código da página. Ao contrário do Assistente, não podemos utilizar as vantagens de templates e componentes.

  • HTML: Parecido com o HTML, porém exibe o código jsp gerado pelo WebIntegrator. É possível editar o código da página, do pré-pagina e do pós-pagina.


O WebIntegrator utiliza o principio de pré e pós páginas para executar as regras de negócios. Iremos utilizar este recurso para realizar consulta em banco de dados, criar gráficos, chamar os conectores java entre outros recursos. Antes precisamos entendo como funciona. Veja a imagem a seguir.

Quando fazemos uma requisição para uma página .wsp, o WebIntegrator executa primeiro a pré-página, é lá que iremos colocar a nossa regra de negócio.

Como podemos ver na imagem, temos alguns elementos que podemos utilizar para compor nosso código. A grande vantagem que temos em utilizar o WebIntegrator é que iremos simplesmente preencher campos com as informações, enquanto que a ferramente gera o código JSP necessário para executar. Quando a execução do pré-página termina, será processado o conteúdo da página que iremos criar utilizando o assistente ou o próprio editor HTML.

Quando submetemos a página, seja por link ou por formulário, antes de executar o pré-página, o WebIntegrator executa o pós-pagina. Podemos utilizar para realizar inserts ou updates em um banco de dados, por exemplo.

Vou ficar por aqui neste artigo, no próximo iremos conhecer os elementos que fazem parte do pré e pós página. Abraços e até a próxima.

sábado, 4 de outubro de 2008

WebIntegrator - Criando página (Parte 1)

Continuando com o nosso curso, vamos ver hoje como criar uma página no WebIntegrator. Ao acessar o projeto, caso necessário veja a primeira parte do curso, vamos ver a tela principal do WebIntegrator, conforme a imagem abaixo.

Localize na área 1 o item páginas e clique. Observe que no espaço 2 vai aparecer a estrutura de páginas do projeto.
Esta estrutura é criada fisicamente em forma de estrutura dentro do diretório webapps do tomcat. Em outra oportunidade entrarei em detalhes sobre como o WebIntegrator guarda o projeto.







Vamos entender as informações que temos na imagem acima.

  • Título: Utilize este campo para colocar o título da página. Esta informação será armazenada em uma variável do WebIntegrator e é útil quando utilizamos o template de página.
  • Identificador: É o caminho da página que será criada, exemplo, cadastro. Não coloque a extensão .wsp, pois o webintegrator cria automaticamente para você. Caso você coloque a extensão .wsp o WebIntegrator irá criar a página cadastro.wsp.wsp. Se a página em questão ficar dentro de uma estrutura de diretórios, indique o caminho completo. Exemplo: usuario/cadastro, onde usuario é o diretório e cadastro o nome da página ser criado.
  • Segurança Ativa: Marque esta opção para aumentar a segurança de sua aplicação. Esta opção não permite que a página seja chamada de forma direta pelo navegador. Para acessar esta página deve ser criado uma página de acesso que contenha um link ou submissão de formulário para esta página.
  • Acessar sem login: Verifica se foi realizado o login antes de acessar esta página. Caso não tenha sido realizado, a aplicação será desviada para a página de login.

As demais opções estarei mostrando no decorrer do curso.

Para o nosso exemplo, vamos criar uma página chamada consulta, preenchendo os campos conforme mostrado abaixo:

  • Título: Consulta de informações
  • Identificação: consulta (cuidado com o nome de sua página pois é utilizado a estrutura de arquivos do sistema operacional)
  • Segurança ativa: Não
  • Acessar sem login: Sim

E clique no botão gravar

Parabéns, você acaba de criar a sua primeira página utilizando o webintegrator. Para não deixar este post muito longo, na aula seguinte continuarei falando sobre as página no WebIntegrator.

Espero que tenha gostado, comente ou envie e-mail. Abraços e até a próxima.

quarta-feira, 1 de outubro de 2008

WebIntegrator - Manipulando Variáveis

Inicialmente gostaria de agradecer os comentários deixados no blog e a grande quantidade de e-mail que recebi parabenizando pelo curso. Devido a compromissos profissionais acabei demorando na publicação desta parte do curso, porém estarei priorizando seu andamento.
Vamos ver hoje como funciona as variáveis no WebIntegrator.

A manipulação de variáveis no WebIntegrator é simples. Não precisamos nos preocupar com o tipo de informação que estamos manipulando, sendo este procedimento realizado pelo WebIntegrator de forma transparente. Sempre que colocamos uma informação entre | (pipelines) o WebIntegrator processo retornando o valor armazenado. Exemplo, quando usamos |valor| o WebIntegrator procurar processar esta informação retornando seu valor. Este procedimento pode ser feito em diversos lugares dentro do WebIntegrator, e não apenas a nível de página, o que torna o ambiente muito poderoso para o desenvolvimento de aplicações.

Como podemos ver na figura abaixo, existem basicamente três tipos de variáveis.

Como podemos ver, as variáves do WebIntegrator pode ser criada em três níveis: Requisição, Sessão e Aplicação. Vamos entender como funciona cada nível.

Requisição

Este é tipo de variável mais utilizado nas aplicações WebIntegrator. O ciclo de vida inicia na requisição da página e terminar quando ela é visualizada. O prefixo tmp. determina o tipo da variável de requisição.

Exemplos de variáveis:

  • |tmp.nome|
  • |tmp.identificacao.usuario|
  • |tmp.valor.venda|
  • |tmp.data|

Caso seja necessário enviar o conteúdo de uma variável de requisição para a página seguinte, utilizamos campo oculto ou através do link, conforme abaixo:

  • input type="hidden" name="tmp.valor" value="|tmp.valor|"
  • a href="http://servidor:8080/aplicacao/pagina.wsp?tmp.valor=|tmp.valor|"


Sessão
As variáveis de sessão possuem um ciclo de vida maior que os de requisição, persistindo durante a sessão do usuário na aplicação. Utilizamos este tipo de variáveis quando precisamos guardar uma informação que deve ser utilizada na aplicação de uma forma geral.

Quando criamos a variável sem utilizarmos um prefixo, exemplo |nome|, estamos criando uma variável de sessão, que deve persistir até que sessão seja encerrada ou seja apagada pelo WebIntegrator. Se for utilizado o prefixo pvt. esta variável deve ser setada pela aplicação, não sendo alterada pela requisição. Um exemplo de uso é a identificação de um usuário logado no sistema.

As variáveis de sessão são individuais para cada sessão da conexão, ou seja, se a variável |identificacao| for setada pelo usuário 1 com o valor 123 não interfere com o valor setada pelo usuário 2 que poderia ser 456.

Exemplos de variáveis:

  • |login|
  • |pvt.identificacao|
  • |cadastro.valor|
  • |tmp.data|

Por ser uma variável de sessão, não precisamos enviar junto com a requisição da página.

Aplicação
Muito parecida com as variáveis de sessão, porém o ciclo de vida é extendido para a aplicação WebIntegrator. Utilizamos o prefixo app. para setar o valor da variável.

Este tipo de variável é útil quando precisamos manter informações para a aplicação. Podemos citar como exemplo o titulo da aplicação. Quando o valor desta variável é modificado, é refletido para o usuário assim que for realizado uma requisição de página. Ao contrário das variáveis de sessão, o valor é compartilhado para todos os usuários da aplicação WebIntegrator.

Exemplo de variável:

  • |app.titulo.aplicacao|
  • |app.email.administrador|


Manipulando as variáveis
O WebIntegrator permite agrupar as variáveis facilitando uma melhor manipulação das informações. Podemos criar a seguinte "árvore" de informações utilizando as variáveis:

  • |tmp.cadastro.nome|
  • |tmp.cadastro.telefone|
  • |tmp.cadastro.cidade|
  • |tmp.cadastro.uf|


O webintegrator possui também algumas variáveis internas que estarei abordando no decorrer do curso. Na próxima parte estaremos criando uma página e realizando algumas consultas de informações no banco de dados.

Deixem seus comentários ou enviem e-mail para brenomachado.aju@gmail. Até a próxma.

segunda-feira, 29 de setembro de 2008

Curso de WebIntegrator - Parte 1

Sejam bem vindos ao primeiro curso virtual de WebIntegrator. Gostaria de convida-los a responder nosso questionário onde estarei avaliando o andamento do curso, e realizando as mudanças necessária. Aproveite para deixar nos comentários suas expectativas sobre o curso. Além do curso estarei postando uma série de artigos contendo tutorias e dicas sobre o WebIntegrator.

O que é o WebIntegrator
Para aqueles que ainda não conhecem, o WebIntegrator é um framework para desenvolvimento de aplicações web utilizando java. A grande vantagem em desenvolver utilizando este ambiente é não precisar conhecer java. Como assim, um ambiente de desenvolvimento java onde não é preciso saber programar em java? Exatamente, o framework procura abstrair a codificação utilizada durante o desenvolvimento. Outras vantagens que podemos citar é o ambiente de trabalho 100% web e a robustez nos códigos gerados.

Então que tipo de aplicação posso desenvolver? Praticamente todo tipo de aplicação, dentro das limitações oferecidas pelo ambiente web. Você precisa apenas conhecer HTML, Javascript e CSS para iniciar o desenvolvimento. Caso você não conheça, não desamime. Você também pode desenvolver com o WebIntegrator utilizando alguns componentes e templates que já vem com ele.

Instalando o WI

A instalação do WebIntegrator é bastante simples. Primeiro você precisa baixar o WI do site www.webintegrator.com.br. Para utilizar você precisa ter instalado e configurado:

  • Java 1.5 ou superior
  • Tomcat 5.5 ou superior

Inicie o tomcat e faça o deploy do arquivo wi3.war. Pronto, agora abra o navegador e chame: http://localhost:8080/wi3, onde localhost é o endereço do seu servidor e 8080 a porta que o tomcat esta usando.

Se tudo estiver correto, você irá ver a tela de acesso do WebIntegrator abaixo.


Criando um Projeto
Vamos iniciar o nosso primeiro projeto com o WebIntegrator, na tela inicial clique no botão Builder, onde teremos a seguinte tela:

Clique em [Novo Projeto], informe o usuário admin e senha admin e clique no botão Abrir.

Preencha os campos acimas, seguindo as instruções:

  • Nome: Digite o nome do seu projeto. Cuidado com esse nome, pois será utilizado para criar a estrutura de diretórios dentro de webapps do tomcat
  • Copiar de: Permite que seja informado um projeto como estrutura para este novo projeto. Vamos supor que você tenha um esqueleto de uma aplicação, contendo controle de acesso, menu, funções, imagens entre outras coisas, você pode utilizar este projeto como base para seu novo projeto.
  • Descrição: Utilizar descrever seu projeto. Esta informação poderá ser alterada posteriormente.



Conhecendo o ambiente do WebIntegrator

No espaço 1 temos os artefatos produzidos pelo WebIntegrator. São eles: páginas, combos, grids, downloads, uploads, Events e WebServices. Iremos nos aprofundar em cada um deles no decorrer do curso. Este espaço esta sempre visível no navegador.

O espaço 2 são as conexões que podemos realizar com o WebIntegrator, divididos em Banco de Dados e Servidores. O WebIntegrator permite conexão com os principais bancos de dados do mercado. Pode também realizar conexão de FTP, Webservices, POP, SMTP, IMAP entre outros.

Temos no lado direto do navegador, espaço 3, onde iremos trabalhar. O conteúdo deste espaço muda dependendo de nossa atividade. Ao iniciar o WebIntegrator aparece informações referente ao projeto, que pode ser acessada posteriormente clicando em projetos localizado no espaço 1.

Durante o decorrer do curso e em outros posts estarei mostrando mais desta página.

Este post foi um pouco curto, porém acredito que tenha ajudado neste primeiro contato com o WebIntegrator.

Em nosso próximo encontro aprenderemos sobre os tipos de variáveis suportadas pelo WebIntegrator e estarei criando uma página com consulta no banco de dados e exibindo o resultado em uma grid.

Fiquem a vontade para escrever ou deixa comentário. Abraços e até a próxima.

sexta-feira, 26 de setembro de 2008

Curso de WebIntegrator

Estou elaborando um curso de WebIntegrator e estarei disponibilizando aqui na próxima semana. Não percam esta oportunidade de conhecer esta fantastica ferramenta de desenvolvimento WEB.

Abraços e até a próxima

sexta-feira, 12 de setembro de 2008

Ferramenta para Desenvolvimento WEB

A empresa ITX esta liberando a ferramenta de desenvolvimento WEBINTEGRATOR como software livre. Confira abaixo.

EMPRESA SERGIPANA ITX TECNOLOGIA DISPONIBILIZA SOLUÇÃO WEBINTEGRATOR NO PORTAL DE SOFTWARE PÚBLICO


A empresa ITX Tecnologia da Informação Ltda., sediada em Aracaju/SE, filiada à ASSESPRO, fundada no início de 2001 com objetivo de produzir um ambiente de alta produtividade para internet, disponibilizará neste mês de setembro a solução Webintegrator para toda a sociedade, no Portal do Software Público Brasileiro (
www.softwarepublico.gov.br).

A empresa entende que a produção de conhecimento colaborativo gera muitas vantagens para a sociedade e empresas. Desde sua fundação o desejo da ITX era de abrir o código para comunidade. No início a preocupação era atender demandas por suporte técnico e ter o desafio de criar uma comunidade de usuários e desenvolvedores que pudesse apoiar a iniciativa.

No momento em que o Webintegrator possui seu estágio maduro de desenvolvimento, sendo utilizado em vários projetos e com uma lista de discussão ativa, a empresa aposta que a disponibilização da solução no portal do Software Público é a forma mais rápida e eficiente para a criação de sua comunidade, em que todos possam usufruir do ambiente e colaborar para sua evolução.

Webintegrator é um ambiente de alta produtividade para o desenvolvimento de aplicações Web em plataforma Java, que cria facilidades de uso e acelera o aprendizado técnico dos desenvolvedores. Veja algumas de suas características:
  • Ambiente 100% Web, permitindo o desenvolvimento e a manutenção remotos; 
  • Assistentes para a construção de páginas e de código SQL com interfaces simples e de alto nível; 
  • Componentes de interface e eventos pré-programados; 
  • Definições da aplicação mantidas em arquivo XML (especificação aberta); 
  • Geração de código-fonte aberto padronizado; 
  • Integração com classes desenvolvidas em Java através de conectores; 
  • Geração automática de documentação do projeto; 
  • Suporte a Web Services (cliente e servidor).
A ITX Tecnologia ao disponibilizar o Webintegrator, segue o mesmo caminho de outra empresa privada, a Light Infocon Tecnologia S/A, que liberou em abril deste ano as soluções LightBase e GoldenDoc.

FONTE:
http://www.softwarepublico.gov.br/web/one-entry?entry_id=5999414

Parabéns a equipe da ITX por esta iniciativa. 

Abraços e até a próxima.

quinta-feira, 4 de setembro de 2008

Primeiras impressões do Chrome


Neste artigo vou fazer um review inicial sobre minha primeira impressão com o novo navegador do Google, o Chrome. O processo de instalação foi fácil e rápido, bastando fazer o download de um pequeno programa e ao ser executado foi realizado o download e instalação do programa. O único procedimento que precisei fazer foi importar os dados do firefox, que realizou com sucesso.

Ao iniciar o programa, o tempo que ele necessitou para iniciar foi bastante inferior ao utilizado pelo Firefox e o Internet Explorer na mesma máquina. Ao ver o Chrome pela primeira vez, o que mais me chamou a atenção foi a página inicial dele, onde mostra os seus sites mais visitados e seus favoritos recentes, este recurso pode ser desabilitado, além da pesquisa do google, claro que isso não poderia faltar. No canto inferior possui um link chamado de "Mostrar histórico completo" onde podemos visualizar nossas atividades na internet, praticamente minuto a minuto.

Outra caraterística que notei foi o tempo de carga das páginas, também muito mais rápido que o Internet Explorer e o Firefox.


Segundo o google, o Chrome possui um gerenciamento de memória, inclusive com possibilidade do usuário acompanhar, e no caso de uma aba congelar, não compromete o funcionamento das demais, o que não acontece com o Firefox e o Internet Explorer.

Após passar o momento de encanto pelo novo navegador, resolvi fazer algumas comparações mais aprofundadas e percebi que ainda vou precisar de um tempo para procurar, isso se tiver, alguns plugins que utilizo no Firefox.

Outro fator que me chamou a atenção é que na empresa temos uma aplicação WEB e algumas funcionalidades baseada em javascript não estavam funcionando correta. Uma delas é montagem de um menu e outro é um recurso Ajax.

Em um resumo de minha primeira experiência com o novo navegador, decidir que irei utilizar no dia a dia e apenas para alguns casos especifícos irei utilizar o Firefox.

Em breve estarei postando mais impressões sobre o Chrome para vocês.

Espero que tenha gostado e até a próxima